Seu moço, estas cunversa qui a gente tem levado, falano das coisa do passado, im cima do meu purtugueis tudo errado, tem hora qui penso, qui tenho mermo que ficá calado! Mai num mi invergonho não, desse jeito todo simprão, di alinhavá meus pensamento, pra lhi contá argumas coisa, cá do meu sertão.
Seu moço, dexa eu contá um causo pra ocê. Quano eu era criançola, eu era coroinha, nué? Já sabia lê i iscrevê, intão o seu Vigário qui vinha da cidade pra mor de rezá missa, lá na Capela, foi coa minha cara i mi chamô pra ajudá a missa.
Seu moço, fai uns dia , tive qui í pra cidade, tive não, me deu uma vontade di dá umas vortinha pur lá, fazê umas dispesa, pruquê já tava chegano o dia do Natar i do Ano Bão, i tava careceno di argumas coisa lá pra casa.
Seu moço, cê viu, nói já jogamo a foinha fora, i já pinduramo otra. Doi mir e déi, seu moço! Trudia memo tava falano do ano doi mir, qui ía acontecê aquilo, isso, aquilotro.
Seu moço, cê viu, como esse ano andô ligero, nói tá ainda co gosto do pirú da páscoa, i já tamo esperano o Natar. Ce é catoli né, como nói aqui na roça. Num sei si cê conversa co hómi lá de cima.
1
« Voltar
Utilize os campos abaixo para encontrar o que você procura em nosso site.
Todas OpiniãoPolíciaVariedadesCidadesCinemasEsportesNacional + MundoAcontecendoLivre IniciativaProibido para MaioresJornal da TVCaderno de DomingoRegionalTurismoEsoterismoInteriorDesignCashFonoaudiologiaqualidade_de_vidaPsicologia
ENQUETE
Você tem se protegido contra o crime da saidinha bancária?
Sim
Não
Copyright © 2010 - Jornal de Limeira - Todos os direitos reservados.